← Resultados
2ª edição · Agosto de 2026

Resultados e Modelo de Adoção

Como o MediRec vem sendo adotado pela rede municipal do Rio de Janeiro e que ganhos assistenciais já se medem em campo. Esta edição confirma e consolida as tendências da primeira, agora em leitura de escala municipal.

1. Objeto

A regulação assistencial é um dos nós críticos da gestão da saúde pública. O volume de encaminhamentos, a fragmentação dos fluxos e a sobrecarga administrativa sobre os profissionais de saúde comprometem tanto a eficiência do sistema quanto a qualidade do cuidado ao paciente. O MediRec nasceu para enfrentar esse desafio — integrando tecnologia, escuta dos profissionais de saúde e profundo conhecimento dos processos do SUS para transformar a regulação em um fluxo ágil, rastreável e centrado no paciente.

A plataforma é construída a quatro mãos: de um lado, a equipe da 2BLP Futuro; do outro, a própria Secretaria Municipal de Saúde — desde a gestão central até os operadores da ponta. Esse processo de co-construção garante que cada funcionalidade responda a necessidades reais do dia a dia das unidades, tornando o MediRec não apenas uma ferramenta tecnológica, mas um projeto compartilhado de melhoria contínua do sistema de saúde. A relação com a ponta permanece forte, e boa parte dos novos requisitos incorporados à plataforma nasceu diretamente das necessidades trazidas pelos profissionais que a utilizam no dia a dia.

Coerente com esse modelo de co-construção, a 2BLP Futuro mantém o compromisso com a autonomia da rede por meio do Programa de Titularidade Tecnológica, que prevê a possibilidade de o município evoluir para uma licença perpétua de uso, com o código-fonte em custódia. Trata-se de assegurar que os resultados do trabalho conjunto com os profissionais da ponta se convertam em capacidade instalada na própria rede pública. Os termos e condições do programa estão detalhados em Titularidade.

As tendências observadas no primeiro relatório confirmam-se neste. Isso reforça a consistência dos resultados e a solidez do modelo de adoção.

2. MediRec

O MediRec é uma plataforma de gestão de saúde desenvolvida pela 2BLP Futuro Ltda., voltada para a automação e otimização dos processos de regulação assistencial na rede pública de saúde. Concebida em estreita colaboração com profissionais de saúde, a solução foi desenhada para se adaptar aos fluxos de trabalho já existentes nas unidades, reduzindo a carga administrativa e aumentando a eficiência do cuidado ao paciente. Desde o primeiro relatório, a plataforma ampliou seu escopo: novas integrações e funcionalidades foram incorporadas, muitas delas nascidas diretamente das necessidades trazidas pelos profissionais da ponta.

Um dos pilares centrais do MediRec é sua integração nativa com o SISREG — Sistema Nacional de Regulação do Ministério da Saúde. Por meio dessa integração, os profissionais realizam os encaminhamentos e contrarreferências diretamente pela plataforma, que sincroniza as informações em tempo real com o SISREG, eliminando a dupla digitação, reduzindo inconsistências e preservando a continuidade do fluxo assistencial.

A qualidade das solicitações é reforçada por um mecanismo de análise baseado nos protocolos clínicos da rede pública de saúde. No momento do registro, o sistema confronta as informações clínicas inseridas pelo profissional com os critérios dos protocolos vigentes, orientando-o sobre a adequação do encaminhamento antes mesmo de seu envio ao regulador. Esse processo assistido aumenta a conformidade das solicitações, reduz as taxas de devolução e o retrabalho administrativo, diminui o tempo de espera do paciente e apoia o desenvolvimento clínico contínuo do profissional solicitante.

O MediRec identifica e rastreia as equipes responsáveis por cada caso e solicitação, permitindo filtrar automaticamente os encaminhamentos devolvidos e notificar diretamente a equipe competente para sua resolução. Cada equipe passa a receber, de forma autônoma, os alertas relativos aos seus próprios devolvidos — com todas as informações necessárias para agir de imediato, sem depender de triagem ou intermediação administrativa. O resultado é uma rede de regulação mais ágil, transparente e centrada no paciente, com ganhos expressivos para profissionais, gestores e, sobretudo, para quem aguarda atendimento.

O MediRec também estende sua atuação à vigilância em saúde, apoiando as equipes no acompanhamento dos casos que exigem monitoramento e ação oportuna. O painel de vigilância consolida, em uma visão única, os casos de notificação e acompanhamento provenientes dos diversos sistemas integrados, permitindo que cada equipe identifique rapidamente as situações sob sua responsabilidade, priorize as pendências e atue de forma tempestiva sobre os pacientes que demandam vigilância. Esse acompanhamento não se encerra na tela: ele se prolonga na própria dinâmica de equipe que caracteriza a Atenção Primária. Nas reuniões de equipe, os dados do painel orientam a discussão dos casos e a definição de responsabilidades, enquanto o placar de ACS com VD (visitas domiciliares) traduz a vigilância em ação concreta no território, acompanhando as visitas realizadas e estimulando o cuidado ativo e próximo à população.

Além do SISREG, o MediRec integra, entre outros, os sistemas SER, GAL, SISCAN, SINAN Rio, SINAN Online, SiTE-TB, IL-TB, SISAB, Bolsa Família (SUBPAV), TJRJ, eSUS e resultados de exames laboratoriais, com previsão de integração futura com HCI, os demais SINANs e SIPNI. O mapa atualizado das integrações realizadas e previstas está disponível em Integrações. Os resultados obtidos com o MediRec nas unidades da rede demonstram impacto concreto e mensurável sobre a eficiência assistencial.

3. Usuários do MediRec

O MediRec atende todos os perfis profissionais de uma unidade de saúde — médicos, enfermeiros, farmacêuticos, agentes de saúde, dentistas, técnicos, administrativos, equipes de NASF/eMulti, gerentes e diretores. Cada categoria acessa um conjunto de funcionalidades desenvolvido especificamente para suas atribuições, visualizando apenas as informações pertinentes ao seu papel. Esse modelo de acesso segmentado garante ao mesmo tempo a agilidade operacional de cada profissional e a conformidade com os princípios de privacidade e proteção de dados estabelecidos pela LGPD.

12.394usuários cadastrados
12.125cadastrados na ponta
269cadastrados nas CAPs

Na ponta, os 12.125 usuários distribuem-se por função e Área de Planejamento:

Usuários cadastrados na ponta, por função e Área de Planejamento — total de 12.125.
Função1.02.12.23.13.23.34.05.15.25.3CentralTotal
ACS03423121223641100365188583159316482
Médico1799926514825715217516211401452
Enfermeiro570712711332291291611609501324
Técnico de Enfermagem058371144109836651150474
Dentista03820664166435647360413
ADM02212364869585538670405
Regulador81826643262242351377352
Gerente3189372533243542281255
RT Medicina25149302432213342220252
RT Enfermagem8107151637162926220186
eMulti071321319851077
Psicólogo0126466216121065
Auxiliar de Saúde Bucal029110991464064
Fisioterapeuta081311301752050
Técnico em Saúde Bucal06339511821048
Diretor1522476255039
Farmacêutico0680545614039
Nutricionista02506011153033
Assistente Social01432401020026
ADM NIR00000190000019
Educação Física0030321520016
Técnico de Farmácia0110233600016
Agente de Ação Social0210043003013
Fonoaudiólogo000003042009
Técnico de Regulação000000000066
Recepcionista000000000055
Auxiliar de Farmácia000002000002
Psiquiatra020000000002
Terapeuta Ocupacional000001000001

Nas CAPs, os 269 usuários distribuem-se por área e equipe:

Usuários cadastrados nas CAPs, por Área de Planejamento e equipe — total de 269.
APEquipeNúmero
1.0Linhas de Cuidados 1.04
1.0NIR 1.04
1.0Coordenação 1.01
2.1Linhas de cuidado 2.115
2.1DAPS 2.13
2.1NIR 2.12
2.1Administrativo1
2.1OS 2.11
2.2Linhas de Cuidado 2.214
2.2CAP 2.29
2.2NIR 2.23
2.2Administrativo2
2.2Odontologia1
2.2Saúde Mental1
3.1NIR 3.19
3.1Linhas de Cuidado 3.16
3.1CAP 3.12
3.2NIR 3.213
3.2DAPS 3.212
3.2Odontologia1
3.3Linhas de Cuidado 3.313
3.3NIR 3.38
3.3DVS 3.34
3.3DICA 3.33
3.3Coordenação 3.31
4.0DAPS 4.013
4.0DVS 4.012
4.0CAP 4.06
4.0NIR 4.05
4.0Linhas de Cuidado 4.02
5.1DAPS 5.126
5.1DVS 5.110
5.1DICA7
5.1Administrativo4
5.1NIR 5.13
5.1Linhas de Cuidado 5.12
5.1Linha da Saúde da Mulher 5.11
5.1Ouvidoria1
5.2Linhas de cuidado 5.29
5.2NIR 5.29
5.2CAP 5.24
5.2Administrativo2
5.3NIR 5.38
5.3Linhas de Cuidado 5.34
5.3CAPSI 5.32
5.3DAPS 5.32
5.3DVS 5.32
5.3Coordenação1
5.3DICA 5.31

O número de usuários diários ativos mantém-se constante, acima de 7.000 por dia — cerca de 57% dos cadastrados.

Usuários ativos mensais com pelo menos três logins nos 30 dias anteriores, estabilizando acima de 7.000.
Adesão mensal — usuários ativos (3 ou mais logins nos últimos 30 dias).

4. Uma economia de mais de 8 a 12 horas por médico por semana

Em julho de 2025, o MediRec precisava de cerca de 20 segundos para encaminhar ao SISREG. Em março de 2026, após uma primeira melhoria tecnológica, de 10 a 13 segundos para o mesmo encaminhamento. Hoje, após a última versão da nossa infraestrutura de integração, de apenas 6 segundos.

Volume mensal de encaminhamentos via MediRec crescendo cerca de 25 vezes enquanto o tempo de processamento cai de cerca de 20 para 6 segundos.
Volume mensal de encaminhamentos via MediRec e tempo de processamento por encaminhamento.

Em abril e maio de 2025, em avaliação conduzida pela própria SAP junto às equipes médicas da unidade Zilda Arns, estimou-se uma economia de 8 a 12 horas por médico por semana, variando conforme o volume de solicitações e o nível de pressão assistencial da unidade. Como o tempo de encaminhamento caiu desde então para 6 segundos, essa economia tende a ser ainda maior atualmente. Aplicada aos 2.311 médicos, reguladores e RT de Medicina cadastrados no MediRec, representa de 18.488 a 27.732 horas economizadas por semana. Projetada ao longo do ano inteiro (47 semanas, descontadas as férias), representa de 868.936 a 1.303.404 horas de tempo médico poupadas por ano — o equivalente a ter de 400 a 700 médicos a mais atuando na rede.

5. Uma redução de até 47% no estoque acumulado de encaminhamentos devolvidos no município

Estoque municipal de encaminhamentos devolvidos com tendência de queda à medida que a adoção do MediRec se expande.
Com o MediRec, a tendência no município é a diminuição do estoque de devolvidos.

Nas áreas e unidades que adotaram o módulo de devolvidos, observou-se uma redução de até 65% no estoque acumulado de encaminhamentos devolvidos. Ao nível do município, considerando a disparidade na taxa de adoção e de uso, observa-se uma redução ano a ano de até 50%.

Esse resultado é viabilizado por três inovações apresentadas no relatório anterior: a automatização do processo de filtragem por unidade, equipe e solicitante; os mecanismos de notificação e sinalização de devolvidos; e a eliminação do fenômeno dos devolvidos sem dono. Desde então, introduzimos uma quarta inovação: a identificação automática do motivo da devolução, que permite a cada categoria profissional reconhecer suas responsabilidades e tomar as medidas adequadas de imediato.

Devolvidos sem dono são solicitações devolvidas por profissionais que não pertencem mais à unidade. Antes do MediRec, identificá-los exigia esforço manual específico; o MediRec os atribui automaticamente às equipes adequadas, integrando-os ao fluxo normal de tratamento.

Apesar das oscilações mês a mês, a tendência observada é clara: as APs e unidades que usam o MediRec reduzem progressivamente seu estoque de devolvidos, ao passo que as que não utilizam a plataforma apresentam tendência de crescimento.

6. Uma queda de mais de 50% na taxa de devolução

Ao nível do município, a taxa de devolução via SISREG é de 20,97%, contra 9,74% via MediRec. Os dados referem-se ao período de janeiro de 2025 a agosto de 2026 e abrangem 495.400 encaminhamentos realizados via MediRec e 4.522.073 diretamente pelo SISREG. Como esse intervalo inclui todo o período inicial de implantação — quando o MediRec ainda estava presente em poucas unidades —, o volume acumulado subestima a participação atual da plataforma, hoje substancialmente maior e em crescimento contínuo à medida que a adoção se expande pela rede.

Nas áreas e unidades de uso intensivo, os números são ainda melhores: por exemplo na AP 2.2, a taxa de devolução via SISREG é de 15,02%, contra 5,07% via MediRec.

Taxa municipal de devolução para encaminhamentos feitos diretamente pelo SISREG.
Taxa de devolvidos no município — encaminhamentos criados diretamente no SISREG.
Taxa municipal de devolução para encaminhamentos feitos pelo MediRec, consistentemente inferior à do SISREG direto.
Taxa de devolvidos no município — encaminhamentos criados no MediRec.

7. Um crescimento orgânico

A adoção do MediRec segue um padrão consistente e orgânico — apesar das diferenças de adesão entre as áreas e unidades, e mesmo com uma AP inteira (a 1.0) ainda não utilizando o MediRec. Após o treinamento inicial, observa-se uma primeira mobilização espontânea dos early adopters da unidade — geralmente os profissionais mais abertos e familiarizados com tecnologia —, que se tornam os principais usuários durante os três a quatro primeiros meses.

Sem necessidade de treinamentos adicionais, esse período é seguido por uma democratização gradual do uso. O marco dessa transição é identificável com precisão: é o momento em que o volume de encaminhamentos realizados pelo MediRec ultrapassa o volume registrado diretamente no SISREG. Essa fase de transição dura em média três meses, ao cabo dos quais o MediRec torna-se o canal majoritário de encaminhamentos na equipe.

O sucesso desse processo de adoção depende, em grande medida, da identificação precoce dos early adopters dentro de cada unidade, bem como do engajamento ativo dos Responsáveis Técnicos de Medicina, dos Gerentes de Unidade e dos Responsáveis Técnicos de Medicina de CAP — atores-chave na legitimação e disseminação do uso da plataforma.

Crescimento orgânico por Área de Planejamento, mostrando a migração dos encaminhamentos do SISREG direto para o MediRec ao longo do tempo.
Crescimento orgânico — migração dos encaminhamentos do SISREG para o MediRec, por AP.

O gráfico evidencia o crescimento consistente do uso do MediRec ao longo do período. A partir do segundo semestre de 2025, à medida que as áreas de planejamento são progressivamente incorporadas, o volume de encaminhamentos autorizados via MediRec cresce de forma acelerada — de patamares residuais em 2025 para dezenas de milhares por mês em 2026. Esse avanço acompanha-se de uma redução expressiva dos encaminhamentos pendentes no SISREG, sinal da migração gradual do canal de encaminhamento: solicitações que antes se acumulavam diretamente no SISREG passam a ser tratadas pela plataforma.

Essa migração traduz-se em ganhos que se reforçam ao longo de todo o fluxo assistencial. Na solicitação, como já apresentado, o MediRec qualifica os encaminhamentos e reduz a taxa de erro, elevando a conformidade das solicitações desde a origem. Na devolução, também conforme demonstrado, a atribuição automática e a notificação das equipes responsáveis encurtam o tempo de resolução dos encaminhamentos devolvidos, reduzindo o tempo ocioso. E na regulação — dimensão ainda não abordada neste documento — a combinação entre solicitações mais bem qualificadas e as ferramentas de apoio ao regulador torna a análise mais ágil, de modo que o tempo ocioso dos encaminhamentos pendentes também diminui.

Nos meses mais recentes, o volume autorizado via MediRec aproxima-se do processado diretamente pelo SISREG, indicando um avanço expressivo da plataforma como canal de encaminhamento, ainda que o SISREG direto siga majoritário no conjunto da rede. Cabe destacar, por fim, que esse crescimento em volume não é acompanhado por aumento proporcional das devoluções: os encaminhamentos devolvidos via MediRec mantêm-se sistematicamente baixos ao longo de toda a série, mesmo com o volume total tratado pela plataforma crescendo de forma expressiva.

8. Conclusão

O MediRec representa uma mudança estrutural na forma como as unidades de saúde da rede pública gerenciam seus processos de regulação assistencial. Os resultados apresentados neste documento não são projeções — são evidências mensuráveis, colhidas em campo, nas unidades e áreas que já operam a plataforma.

Esta segunda edição confirma, sobretudo, aquilo que a primeira já indicava. As tendências observadas há alguns meses não apenas se sustentaram, como se consolidaram: a economia de tempo dos profissionais, a redução do estoque de devolvidos, a queda na taxa de devolução e o crescimento orgânico da adoção repetem-se de forma consistente — mesmo diante das diferenças de adesão entre as áreas e de uma AP inteira ainda fora da plataforma. A robustez desses resultados, observada em contextos tão distintos, é a melhor evidência de que não se trata de um efeito pontual, mas de um padrão estrutural.

Ao mesmo tempo, o que já era bom tornou-se melhor. Os avanços em nossa infraestrutura de integração reduziram o tempo de encaminhamento de cerca de 20 segundos para apenas 6 — ampliando ainda mais a economia de tempo assistencial e reforçando ganhos que já eram expressivos. A melhoria contínua da tecnologia, construída lado a lado com a ponta, garante que cada nova versão da plataforma devolva mais tempo ao cuidado do paciente.

Por fim, o MediRec deixou de ser apenas uma ferramenta de regulação para tornar-se uma plataforma de coordenação do cuidado no território. A incorporação de novos módulos — em especial os voltados à vigilância em saúde — estende seu alcance para além do encaminhamento, apoiando as equipes no acompanhamento ativo dos casos, na priorização das ações e na integração entre regulação e vigilância. É nesse ponto que a plataforma revela seu maior potencial: quando as CAPs e os órgãos centrais da rede se apropriam dela, o MediRec transforma-se de sistema em parte viva dos processos de saúde.

Esse compromisso encontra expressão concreta no Programa de Titularidade Tecnológica, que oferece à rede um caminho para a autonomia operacional: a possibilidade de uma licença perpétua de uso, com o código-fonte em custódia, preservando o direito de uso da plataforma pela administração pública. É um modelo coerente com a natureza co-construída da solução, orientado a constituir capacidade e patrimônio público em vez de dependência.

Isso não significa que o processo esteja concluído. A adesão ainda é desigual entre as áreas, uma AP inteira permanece fora da plataforma e parte das integrações previstas segue em desenvolvimento — limites atuais que representam, também, a margem de ganho ainda por realizar. À medida que a rede amplia sua cobertura e novos módulos entram em operação, os ganhos se multiplicam: mais encaminhamentos qualificados, vigilância mais oportuna, menos tempo de espera para os pacientes e uma gestão territorial mais transparente e orientada por dados.

← Todas as edições