Produto operacional
Já funciona, em produção na rede municipal do Rio desde os pilotos de 2025 — com resultados medidos em campo, não prometidos.
Posicionamento · Saúde pública
No software de saúde pública, maturidade de produto, aderência ao uso real e autonomia do município quase nunca andam juntas — cada solução resolve uma ou duas e cede no resto. O MediRec é o ponto que reúne as três.
Dois eixos, duas dores que o mercado não resolve junto: maturidade de produto e aderência ao uso real. A cor mostra a autonomia — quem entrega a tecnologia ao município, e quem prende o cliente.
O que o quadrante revela: cada categoria resolve um ou dois eixos e cede nos demais. Só o MediRec ocupa o canto superior-direito — operacional, ajustado à ponta e autônomo, ao mesmo tempo.
Cada ponto representa uma categoria de solução, não uma empresa.
O canto não está vazio por acaso, e sim pelo modelo de negócio. Suítes e ERPs vivem de receita recorrente: o cliente aluga para sempre e nunca recebe o código. Abrir um caminho de propriedade destruiria a própria fonte de receita — por isso não atravessam para o lado da autonomia.
Para o mercado, dependência é receita. Autonomia, por isso, fica fora de alcance.
Os únicos vizinhos do MediRec nesse eixo — construções internas e ferramentas federais — são autônomos, mas ficam bem abaixo em maturidade e profundidade.
O que coloca o MediRec no canto são cinco peças reunidas — comuns isoladamente, raras juntas.
Já funciona, em produção na rede municipal do Rio desde os pilotos de 2025 — com resultados medidos em campo, não prometidos.
Integra-se aos sistemas que a rede já usa — SISREG, SER, GAL, SISCAN, SINAN, eSUS, laboratórios — sem substituí-los. Onde há lacuna, entrega módulos próprios. Integra, complementa ou combina, conforme a rede.
Inteligência aplicada ao fluxo real da regulação, calibrada sobre os protocolos oficiais e sempre com validação humana obrigatória. Único no ecossistema SUS a levar IA até a ponta da regulação.
Cada funcionalidade nasce de quem usa — ACS, médicos e reguladores. A licença inclui a evolução contínua, sem cobrança por funcionalidade e sem trava orçamentária.
Pelo Programa de Titularidade Tecnológica, o município pode caminhar para uma licença perpétua de uso, com o código-fonte em custódia. A propriedade intelectual permanece da 2BLP; o que se transfere é o direito de uso e a autonomia operacional da rede. É o único modelo, neste mercado, que constrói patrimônio público em vez de dependência.
Resultados medidos na operação real da rede do Rio.
Redução de devoluções conforme memorando da Subsecretaria de Atenção Primária (S/SUBPAV nº 16/2026).
A síntese
Só o MediRec reúne, ao mesmo tempo, maturidade de produto, integração ao que já existe, IA na ponta sob validação humana, cocriação com a ponta e a propriedade pública da tecnologia.
Já funciona, conecta tudo, é inteligente, foi feito com a ponta — e fica com o município.
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