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MediRec inicia a ampliação na AP 4.0

Gerida pela SPDM, a AP 4.0 recebeu a capacitação em grupo com o mais amplo alcance de perfis de toda a ampliação — das equipes clínicas às divisões de vigilância em saúde e de ações e programas de saúde.

Em março de 2026, o MediRec deu início à sua ampliação na Área Programática 4.0, gerida pela organização social SPDM — a mesma das APs 5.3 e 3.3. A ampliação alcançaria as 144 equipes da área.

A capacitação seguiu o formato em grupo já consolidado, desta vez com o agrupamento mais granular da ampliação: seis composições, por perfil de uso do sistema — os Núcleos Internos de Regulação (NIR) dos CMS; os RT médicos; os RT de enfermagem; gestores e diretores, com os agentes comunitários de saúde; a Divisão de Vigilância em Saúde (DVS); e a Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS).

Decisão humana e dados protegidos

A inteligência artificial do MediRec sugere prioridades e confere critérios e documentos, mas quem qualifica é o profissional — a decisão clínica permanece humana. Por lidar com dados de saúde, o MediRec opera como operador de dados sob a governança da rede: não possui interface voltada ao paciente, trata os dados apenas no âmbito do projeto e assegura sua devolução ou eliminação em até 30 dias após o término do contrato.

Sobre o MediRec

Desenvolvido pela 2BLP Futuro Ltda., o MediRec foi idealizado por Luana Moussallem, Matthias Hasler e Tarek Nabaa. Quatro princípios atravessam a plataforma: complementaridade, decisão humana sobre a IA, dados protegidos e autonomia da rede sobre a própria tecnologia. Concebido a partir da experiência prática no SUS, o MediRec segue um método simples: um problema concreto da assistência vira um fluxo, é testado em campo e só chega à rede depois de comprovar resultado numa unidade real.

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Contato de imprensa

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Materiais e informações adicionais mediante solicitação.

Sobre a 2BLP / MediRec

O MediRec é uma plataforma de orquestração da regulação clínica para secretarias municipais de saúde, desenvolvida pela 2BLP Futuro Ltda. e construída com os profissionais da rede. Em operação no Rio de Janeiro, integra-se aos sistemas públicos de saúde para organizar o fluxo de encaminhamentos.